quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Tecnologia e Educação: Desafios e Oportunidades.



As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) disponíveis na sociedade do conhecimento possibilitam novas formas de ensino e aprendizagem.  Possui paradigmas, um deles  é o paradigma da sociedade do conhecimento e que tem por base os princípios da: diversidade; integração  e complexidade.
O emprego das TIC na educação permite:
          superar limites de espaço e tempo;
          difundir mais amplamente os conhecimentos;
          oferecer uma gama de possibilidades para atingir esses objetivos.
                O emprego das TIC na educação demanda:
          novas atitudes e competências dos profissionais;
          o repensar do processo de ensino e aprendizagem.
  Tecnologia e Educação: Oportunidades e Desafios
           as TIC na escola;
           as TIC no ensino a distância;
           as TIC e as práticas diversificadas;
           as TIC e a inclusão digital.
Para melhor compreensão, quanto às oportunidades e desafios foi traçado um esquema e seguem abaixo:
As TIC na Escola:
-        Surgimento de novas opções profissionais.
-         Ser professor de Informática.
-         Acesso rápido à informação atualizada.
-         Criação de comunidades colaborativas.
 Rompimento do limite físico da escola e do conhecimento segmentado.
Os desafios:
-          Necessidade de explorar o novo.
-         Falta de recursos.
-         Postura do professor conservador.
-         Postura dos dirigentes escolares.
-         Conseguir a inclusão de todos.
-         Conseguir a formação continuada, e em serviço, do educador.
-         Saber identificar as TIC adequadas para transformar o fazer profissional.
-         Transformar a escola de hoje em um espaço articulador e produtor de conhecimento, aberto à comunidade e integrado ao mundo. (Prof. António Nóvoa)
As TIC no Ensino a Distância:
-        Novo impulso ao ensino a distância.
-         Novas possibilidades de aprendizagem.
-         Atender mais rapidamente as demandas da sociedade do conhecimento e da tecnologia.
-         Grande diversidade de informações disponíveis e organizadas.
 Criação de ambientes virtuais de suporte para o processo de ensino e aprendizagem (Fórum de Discussão, Portfólio, Chat, Correio Eletrônico).
Os desafios:
-        Ter nova postura acerca do processo de aprendizagem.
-         Ter predisposição para constante aprendizagem ao longo da vida.
-         Identificar cursos adequados para a formação continuada do professor.
-         Identificar as demandas da sociedade atual.
-         Ter acesso e obter informação não garante a aquisição do conhecimento.
-         Interpretar corretamente a informação para transformá-la em conhecimento.
 Empregar de forma adequada os diferentes ambientes virtuais de suporte para o processo de ensino e aprendizagem.
As TIC e as Práticas Diversificadas
O professor como autor da sua prática, construída na interação com os alunos e com os diferentes recursos tecnológicos.
Os desafios:
-        Necessidade de uma pedagogia compatível com as características da sociedade do conhecimento e da tecnologia.
-         Saber diferenciar entre o fazer com sucesso e o compreender o que foi feito.
-         Estabelecer estratégias para que o aluno possa evoluir com o que faz.
-        Empregar a educação por projetos para unir dois mundos aparentemente separados: a vida e a escola.
     

As TIC e a Inclusão Digital
-        Várias opções de difusão das informações: imprensa, rádio, TV, telefone, fax, vídeo, computador e Internet.
-         Emprego das TIC para desenvolver a auto-estima, a autonomia e a própria identidade da pessoa como participante da sociedade. Novo impulso ao ensino a distância.
-         Acesso fácil e rápido à informação relativizando a questão do tempo e do espaço.
-         Comunicação intermediada pela máquina e não pela voz humana.
-         Cursos básicos de inclusão digital para a faixa etária da terceira idade.
 Universidade aberta para a terceira idade.
Os desafios:
-        Preparar cidadãos que saibam ler, interpretar, analisar criticamente as informações recebidas e selecionar as significantes para si e para o uso coletivo.
-         Conflito entre a nova geração dos ícones, imagens, botões, teclas e mudanças constantes, e a geração mais antiga, de tempos de relativa estabilidade.
-         Reduzir o número de iletrados em informática, ou analfabetos digitais, em todas as áreas da sociedade.
-         Aumento do uso da linguagem escrita em detrimento da linguagem falada.
-         Novas formas de linguagem escrita.
 Definir o analfabeto do futuro
Referência Bibliográfica
TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO: NOVOS TEMPOS, OUTROS RUMOS.

sábado, 5 de setembro de 2009

Pensar Criativo: Desafio do Educador

À educação, historicamente situada como formadora da sociedade, impõe-se a necessária reflexão sobre mercado e ética, apropriação da cultura e identidade, inteligência e aprendizagem, criatividade e desafio, na intervenção e construção do mundo. Não basta fazer, tem que fazer a diferença!
Nesse Sentido, torna-se mais amplo o empreendedorismo, inteligência e criatividade, fazendo com que a educação assuma a responsabilidade de conscientizar, instigar e contribuir para a formação de pessoas criativas, comprometidas com o desenvolvimento coletivo.
Então vale ressaltar que a educação a distancia é um processo de ensino-aprendizagem, mediado por tecnologias, onde professores e estudantes estão separados espacial e/ ou temporalmente¹.
È um ensino/aprendizagem onde professores e estudantes não estão normalmente juntos, fisicamente, mas podem estar conectados, interligados por tecnologias, principalmente as telemáticas, como a internet. Mas também podem ser utilizados o correio, o rádio, a televisão, o vídeo, o CD-ROM, o telefone, o fax e tecnologias semelhantes¹. E na expressão “ensino a distância” a ênfase é dada ao papel do professor é a educação, que é mais abrangente, embora nenhuma das expressões seja perfeitamente adequada.
Diante desses fatos é preciso ressaltar que a educação é um desafio constante tanto para o ensino convencional quanto para o ensino a distância, pegamos por exemplo, a matéria de artes – o ensino de artes assume o papel determinante aos entrelaçar novos códigos culturais, reflexões, criticas e sensibilidades aos processos cognitivo, perceptivo, reflexivo e criativo necessários ao diálogo contemporâneo. Para isso, é necessário empreender esforços para conhecer como ocorre o processo de pensar e agir criativo e de forma a aprendizagem influência e é influenciada no universo pedagógico.
Portanto, um ambiente divergente é fundamental para expansão do pensamento criativo, em especial quando essa divergência causar estranheza e conflito. Para que todos possam se expressar, cabe ao educador construir um espaço expressivo mediado, inspirando e instigando o divergente e o agir criativo com tranqüilidade. Embora não seja novidade em educação, retornar este “já sabido” é prover mudanças significativas, tanto diante de novas resoluções de problemas quanto em uma leitura mais ampla na interação com o mundo. Cabe aos educadores, em cada aula arriscar formas inusitadas de agir e se expressar em diversas linguagens, construindo um universo fértil para essa inteligência humana.

Bibliografias consultadas:
BELLO, M.M. Artes, empreendedorismo e criatividade. rev. Atividades e experiências, ano9, n°4, setembro 2008, Ed. Positivo
http://www.eca.usp.br/prof/moran/dist.htm

Plano de Aula: Atividade em grupo

UAB | UnB | Instituto de Artes | TECNOLOGIAS CONTEMPORÂNEAS NA ESCOLA 1


Roteiro para Plano de Aula em Arte


Alunas: Rossana Cláudia Rocha de Aguiar
Natália dos Santos Barbosa

Curso: Música



Nome da Atividade:

Interpretação infantil da obra de arte: um exercício de criatividade


Palavras-Chave:

Criatividade – Estética infantil – Formulação de referenciais imagéticos – ‘Contação’ de Histórias’ – Jogos.


Objetivos:

Geral
• Estimular, por meio da observação de obras de arte, a criatividade da criança

Específicos

• Orientar as crianças a navegar no site http://www.faap.br/museu/museu_online/museu_online.htm;

• Ensinar às crianças como acessar as obras de arte dos pintores na lista do site;

• Estimular as crianças a escolher o quadro que acha mais bonito;

• Incentivar as crianças a criar estórias referentes ao quadro selecionado;

• Fazer jogos que esclareçam às crianças qual a história de cada pintor escolhido em sala.

• Brincar acerca dos conceitos ‘belo’, ‘bonito’, ‘feio’, ‘esquisito’, etc.;

• Mostrar de forma lúdica o que é o ‘relativismo’ e que o preconceito é um obstáculo à manifestação da diversidade;



Conteúdo:

• História da arte;

• História do Brasil;

• Arte e internet;


Tempo:

Aula de 1h30 com um intervalo entre os dois módulos de aula.


Metodologia:

O site da FAAP contém uma lista excelente de pintores com alguns de seus quadros. A aula consistirá em ensinar às crianças a acessar esse site e explorá-lo. Após essa etapa, pedir que cada criança indique o quadro que achou mais bonito e pedir que elas digam o motivo. Não reprimi-las. Deixá-las expressarem-se livremente. Depois dessa etapa, perguntar quem quer contar uma história sobre o ‘desenho’ que está no quadro. Incentivá-las a criar estórias sem constrangimentos. A próxima etapa consiste em perguntar para cada aluno(a) qual o nome do pintor que ele(a) escolheu. Fazer um sorteio para selecionar um dentre os pintores. O pintor selecionado terá sua história contada, bem como sua contextualização espaço-temporal. Encerra-se o primeiro módulo de atividades.

Segundo módulo: por meio da brincadeira “você acha feio e eu acho bonito” colocar o(a) aluno(a) diante do relativismo e mostrar que há diversidade e que, mesmo cada um tendo suas referências estéticas, deve sempre respeitar o diferente.

Por meio dessas atividades espera-se estimular, por meio da observação de obras de arte, a criatividade da criança.




Recursos:
• O material utilizado será o computador.


Avaliação:

A avaliação será quali-quantitativa (ou seja, fundamentada no produto e no processo) e se baseará:
- na capacidade da criança em criar sua história. Não será uma avaliação da história, mas sim das características particulares de cada criança (ou seja: avaliar quem é extrovertido, quem é inventivo, quem é tímido...);

- na absorção de valores relativistas/não-preconceituosos;

- na interiorização do conteúdo histórico apresentado sobre a arte/pintores/pintura.

Descreva como se dará a avaliação, quais serão os quesitos avaliados e seus pesos. Subdivida-a em duas partes; avaliação do produto (que é uma avaliação quantitativa baseada nos objetivos cognitivos e para tal você pode utilizar uma atividade objetiva, como desenhos, textos, etc.) e avaliação do processo (que é uma avaliação qualitativa baseada nos objetivos comportamentais e para tal você pode utilizar relato pessoais dos alunos, qmemorial descritivo, diário de bordo, etc. bem como, mudança de comportamento e postura em sala de aula).


Referência bibliográfica:

PCN. Brasil. 1998.

BARBOSA, Ana Mae. O Museu como laboratório.

GADOTTI, Moacir. Educação e Poder. Introdução à Pedagogia do Conflito. 7ª. Edição. Ed. Cortez.

LARAIA, Roque. Cultura – Um conceito antropológico. Ed. Jorge Zahar. 2001.

MASETTO, Marcos Tarcísio. BEHRENS, Marilda. MORAN, José Manuel. In: Novas Tecnologias e mediação pedagógica.

SILVA, Everson Melquiades Araújo. ARAÚJO, Clarissa Martins de. Tendências e Concepções do Ensino de Arte na Educação escolar brasileira: um estudo a partir da trajetória histórica e sócio-histórica e sócio-epistemológica da arte/educação.


VIDAL, Eloisa. MAIA, José Everardo Bessa. SANTOS, Gilberto Lacerda. Educação, Informática e Professores.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Aprendizagem na Escola




Em relação ao ensino aprendizagem, a compreensão crítica é um bem favorável ao aluno seja ele estudante, de artes, música e etc. Desenvolve e amplia olhar sobre o mundo e sobre os sujeitos por meio das representações. A produção também é um processo de experimentação, lida tanto com o aprender quanto o que fazer, como representar as idéias, sentimentos por meios dos movimentos, formas, sons de modo diálogho e crítico, com as representações dos colegas de sala e com aquelas desenvolvidas ao longo da história e nas diferentes culturas.
Quanto a música é interessante experimentar, improvisar, compor e interpretar diferentes produções sonoras, musicais, utilizando sons ambientes, do corpo, de instrumentos convencionais, alternativos e tecnológicos!

Composição Musical

UM NOVO SOM
Vamos...vamos....
Comece acreditar,
A música começa surgir
Tente aceitar
É simples como a Tecnologia (2x)

Que todos cantem, ouçam
de todas as idades de todos os lugares
O som que Deus preparou
Um novo som
Uma nova canção
Pra abençoar seu coração!

Natália S. Barbosa

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Arte na Escola




Arte Educação abriga, atualmente, várias concepções, práticas, significados e status que entrecruzam, sobrepõem, contrapõem, e nessa articulação, convive no imaginário social da escola a concepção da Arte e da música para o desenvolvimento de capacidades motoras, sociais, emotivas e cognitivas.
O que chama a atenção para este desafio da arte e da música na escola, é uma professora de artes de uma escola estadual, situada na cidade de Ouro Verde de Goiás. Essa professora, Cleima Maria, está desenvolvendo na escola de tempo integral música e arte de uma maneira extrovertida e cheia de projetos trabalhos incríveis, movimentando a população para o movimento da arte, e o mais importante trabalhando a cultura local e ensinando os estudantes apreciar a arte!
O ensino das artes na escola possibilita aos estudantes a compreensão crítica e sensível do mundo, tornando-os seres mais conscientes, politicados, questionadores e possíveis transformadores da realidade, naquilo que se fizer necessário. Dessa forma, como relata Eça (2008), o ensino da arte é fundamental na sala de aula como área de conhecimento e comunicação, possibilitando aos estudantes reconhecerem-se e percebem-se como pertencentes a uma cultura ao mesmo tempo em que conhecem e respeitam as produções estéticas provenientes da multiculturalidade presente no planeta.


Referências Consultadas: EÇA,T.Perspectivar o Futuro: O papel central da arte educação no ensino.In: o ensino das artes visuais: desafios e possibilidades contemporâneas (no prelo),2008